Muito obrigado!
É com mais de 265 mil mensagens de apoio e superação que fechamos nossa campanha sobre os 10 anos do 11 de setembro. Foi emocionante ver o forte espírito de superação do povo brasileiro e agradecemos a todos que compartilharam as suas histórias. A campanha está encerrada, mas as mensagens que já foram enviadas continuarão sendo publicadas neste site. Parabéns ao povo brasileiro por se engajar tanto em uma campanha com mensagens de união e solidariedade! Por favor, continue em contato com a gente através do Facebook, Twitter e do Orkut
Muito obrigado de novo pela participação!
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Mensagens da comunidade
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Kati em Anta Gorda-RS escreveu...
Queria prestar uma homenagem a todas as vítimas, parentes das vítimas e a todos aqueles que ajudaram de alguma forma essas pessoas nos momentos mais dificeis. Que Deus de aos parentes forças para superar essa tragédia.
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giovanna em brasil escreveu...
Sei como e tristre perder um ente querido e sei que não foi faciu superar a morte de muitas pessoas ali em 11 de setembro mas com o esforço ea dedicação conseguimos colocar em pratica a nossa liderança!
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Zorn em knoas escreveu...
"Eu sou estudante de Engenharia Eletrica, sou bolsista e quero ser uma grande profissional. Busco estudar e quero me aperfeiçoar cada vez mais e ter destaque, mas não por vaidade e sim para recompensar o meu esforço."
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elisangela em feira de santana escreveu...
Como vc mesmo disse o ato de superar está ligado a várias situações. A superação é a ação de vencer, alcançar, conseguir algo que se pretende. Quando dizemos q queremos superar ou ter a superação de alguma coisa, é quando estamos buscando ultrapassar ou melhorar algo, ou mesmo buscar a perfeição de determinadas coisas. No caso de superação pessoal, já queremos dizer que temos q superar para alcançar o êxito, ou mesmo naqueles casos que temos q superar um acontecimento para podermos esquecer ou amortizar tal situação (perdas). Um símbolo de superação está ligado sempre a aquele q por dificuldades extremas alcançou seu objetivo, que vira um exemplo de vida!
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gigi em maceio-alagoas escreveu...
Esse dia pra mim foi muito triste, pois imagine uma criança, vendo aquilo, é muito triste, e queria ta meu total apoio pra as pessoas que foram atingidas por isso, e diz:que só Deus pode nos ajuda nessas horas, por isso reze muito e pensa conforto a ele
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Michel Rodrigues em minas gerais escreveu...
Vencer um desafio, Procurar a superação, Escapar por um fio, E torná-se campeão, Superá-se em cada gesto, Conquistar o infinito, Ir mais alem do que o certo, Ultrapassar o mais bonito, Ir além da superação E conquistar o impossível, Ir além da imaginação Para vencer o invencível.
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Aninha em João Pessoa, PB escreveu...
Eu sou estudante de Farmácia, sou bolsista e quero ser uma grande profissional. Busco estudar e quero me aperfeiçoar cada vez mais e ter destaque, mas não por vaidade e sim para recompensar o meu esforço.
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leidinha em jacarau-pb escreveu...
temos que nos conscientizar e ver que podemos ter um mundo melhor. na vida existe varios caminhos temos que escolher o caminho da felicidade pois aqueles que escolhem o caminho da solidao nao vivem felizes vivemos em um mundo de diferenças e temos que aceitar tudo e todos cada um com o seu jeito...
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Cleyr em Marabá - PA escreveu...
Minha Historia foi superar a morte do meu pai... eu estava apenas com 14 anos, sozinho com minha mãe e com a ajuda do meu irmão mais velho eu consegui com muito esforço e dedicação seguir em frente e não desistir! hoje faço o melhor de mim pra orgulho de meu pai... (viver é uma atitude de coragem)
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Bruh em Sapiranga, rs escreveu...
Acredito que o mundo ainda tem chance de se salvar da violência, o 11 de setembro concerteza ficou marcado como uma das datas mai tristes, mas devemos nos unir e juntos conseguirmos vencer, a todos que sofreram com o 11 de setembro aqui vai um forte abaço da bruh...
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Danillo Santiago em Barreiras - Ba escreveu...
superação uma palavra tão forte, que vem para Fortalecer você, nos momentos mais fracos que a vida opõem. Momentos de muita dificuldades, que a sua alto estima esta nas ultima, mais com fé naquele que nos fortalece a gente chega lá. E dar a volta por cima e derruba todas as barreiras. obgd.
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Em destaqueDany em Brasil escreveu...
Por não me alimentar corretamente,pois sofria bullying. Após um desmaio causado pela anorexia, passei a sofrer de depressão e síndrome do pânico. O que me acarretou inúmeros problemas, mas com o tempo e ajuda de Deus e da família consegui me estabilizar e melhorar. *--*
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Em destaquemarcelo souza neto em macaé-rj escreveu...
minha historia e a mesma dos americanos eu estava em washington-dc no dia dos atentados me caminhando para manassas -va estava a trabalho ,quando ouvie pelo radio ,fiquei apavorado , parei no acostamento e fiquei imovel procurei intender para que tanta violencia temos que semear a paz paz paz paz
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Em destaqueAlinny em Paraná escreveu...
Brasil e EUA juntos contra a violência.....
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Em destaqueKanario em Salvador escreveu...
A minha vida era de casa para o trabalho e do trabalho para casa, sem tempo para malhar, correr ou cuidar da minha saúde. A minha alimentação era desregrada, com muitos doces, refrigerante, comida gordurosa e sem horário definido. No início do ano de 2011, a empresa que eu trabalho criou um programaA cada etapa das corridas que participei (no máximo, 6km), eu ouvia a Cláudia Lacerda, ultramaratonista e advogada da empresa, me desafiar a correr a Meia Maratona, e eu achava impossível. Foi aí que surgiu a oportunidade de correr a Meia Maratona Internacional do Rio de Janeiro, patrocinado pela Dufry e estimulado pelo programa QualiDufry, e não tive como fugir. Duas semanas antes, após uma partida de futebol, sofri um estiramento muscular na coxa direita que me rendeu uma semana de dor e tratamento com compressas de gelo. Fiquei duas semanas sem correr e fiz apenas um exercício leve três dias antes da Meia Maratona, afim de “acordar o corpo”. Antes desse evento, eu só havia treinado uma vez até 9km e não tinha nenhuma ideia de que conseguiria correr os 21km, por isso a corrida para mim começou após o km 10, foi aí que eu percebi que o incentivo da Claudia (que não só me deu a ideia, como correu o tempo todo ao meu lado), o ambiente proporcionado pelo público que assistia, por exemplos de outros participantes mais velhos que eu, e com a mente voltada para a linha de chegada, fui superando cada quilômetro do percurso. Quando vi já estava no Aterro do Flamengo, mas ainda faltavam 6km. Os primeiros colocados já tinham deixado o local e, para mim, ainda faltava o maior desafio de todos: a chegada. Não consegui permanecer correndo e me permiti caminhar por uns 800m. Recuperei minhas forças e mais uma vez com o incentivo da Claudia dei minhas últimas energias para completar os 2km restantes. Nessa hora, não sentia mais dor, não olhava mais para meu monitor cardíaco, apertei o passo e só via o pórtico de chegada. Hoje, depois de completados os 21km, posso perceber o quanto foi gratificante participar desse evento, que, desde o início, gerou em mim uma incerteza, mas que se revelou uma possibilidade de superar os meus limites físicos e emocionais.”
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Em destaqueBart em Salvador escreveu...
Tem gente que coloca a culpa de tudo em Deus, mas Deus não castiga, não dá a doença, ele dá a cura”. Esta frase resume em poucas palavras a vida de Cíntia Floriano, que aos 24 anos pode dizer que nasceu novamente. Tudo começou aos 21 anos de idade com o surgimento de alguns nódulos no pescoço. Ela estranhou, mas não chegou a procurar um médico, já que os “nozinhos” não cresceram. A situação mudou depois de duas semanas. O que parecia ser algo normal apresentou um grande crescimento e tomou conta de todo o pescoço. Depois de um longo período de biópsias e exames, o problema foi diagnosticado: um linfoma. “No começo, os médicos não conseguiram descobrir o que era. Trataram até como tuberculose. Cheguei a perder 20 quilos em uma semana. Foi quase um ano de sofrimento até que chegassem ao resultado final”, relata Cintia. As marcas das biopsias que precisaram ser realizadas ainda permanecem como lembrança em todo o pescoço da jovem. O linfoma é uma espécie de câncer que atinge o sistema linfático do organismo. Quanto mais precoce for diagnosticado, melhor a possibilidade de cura. O tratamento é agressivo e tem na quimioterapia a sua melhor aliada. “Com o resultado eu comecei o tratamento em Criciúma. O pior eram os efeitos colaterais. Tontura, vômitos, enjoos. Mas eu não desistia. Sempre segui em frente. Eu encarava oito horas de quimioterapia, chegava em casa e ainda fazia todos os trabalhos domésticos. Só depois de três dias que os sintomas apareciam. Aí ficava mais de uma semana de cama”, diz. Ao todo foram mais de 30 seções. O choque maior veio com a perda dos cabelos. “As pessoas diziam para eu raspar, mas eu não quis. Acho que o choque foi ainda maior. Cada vez que eu penteava os cabelos caia um monte e eu sempre chorava”. A solução encontrada pelos médicos para acabar com a doença seria a realização de um transplante de medula em Florianópolis. O tratamento do linfoma seria a parte mais dolorosa. “Eles tiraram o líquido ‘bom’ da minha medula e congelaram. Fizeram todo um tratamento para que ela ficasse sadia e pudesse ser reimplantada em mim. Durante três meses até o transplante, eu realizei quatro seções de uma quimioterapia muito forte para eliminar a doença do meu corpo. Os efeitos colaterais foram ainda maiores. Não conseguia comer. Toda a mucosa da boca ficou machucada, língua e tudo mais. Foi um sofrimento que às vezes eu chegava a pensar que ia morrer, mas lembrava da minha família e lutava ainda mais”, conta Cintia. O tão esperado transplante foi realizado no dia 21 de maio do ano passado. O marido Geraldo, com quem está casada há 10 anos, e a filha Ranya de sete, foram o principal ponto de apoio. “Meu esposo nunca me abandonou e continua comigo até hoje. Os médicos me falavam que muitas pessoas abandonam as mulheres quando elas ficam doentes. Mas ele não. Na hora em que eu mais precisei, ele estava comigo. Às vezes chegava no hospital e fazia várias brincadeiras para eu rir. Era bom, porque se eu entrasse em depressão, a doença vinha ainda com mais força”, conta com o sorriso no rosto. Depois do transplante, foram 40 dias no Hospital Celso Ramos em Florianópolis, sendo que 20 deles usando fraldas. “Eu virei um bebê novamente. Só comia sopinha, usava fraldas, e precisei fazer todas as vacinas que as crianças pequenas precisam para dar imunidade às doenças. No hospital não queria mostrar que estava doente, precisava dizer que estava forte para ganhar alta. Ia ao banheiro sozinha, tinha que me virar, mas sempre acabava desmaiando”. A esperada alta não vinha devido aos problemas na boca que não melhoravam. Até que um dos médicos sugeriu o tratamento em casa, já que demoraria algum tempo para que fosse totalmente cicatrizada a mucosa bucal. “Em casa, eu fiquei mais um mês comendo sopa. Minha mãe chorava, eu chorava. Mas graças a Deus fui melhorando”, afirma. Depois de mais de um ano do procedimento, ainda é necessário um controle mensal em Florianópolis com consultas e exames que precisam ser refeitos para garantir que a saúde continue em dia. “Muitas das minhas amigas de hospital faleceram. E com outras eu mantenho contato até hoje. O engraçado é que a gente tem medo se telefonar. Principalmente de ligar e saber que uma delas morreu”, comenta. A vida hoje é praticamente normal. A filha é uma das que mais ajuda, e a doença fez com que ficasse ainda mais apegada à mãe. “Ela é o meu socorro. Se sabe que estou com alguma dor, ou algo parecido, sai na rua pedindo ajuda”. A casa simples que esconde uma verdadeira guerreira aos poucos vai voltando ao que era antes. “Com o transplante eu revivi. Às vezes as pessoas falam que não aguentam mais a vida, que querem se matar. Mas não sabem o que estão dizendo. Para quer ser nervosa e estressada? A gente tem que pensar que existe coisa muito pior. Só quem passa por uma coisa dessas sabe. E é tão bom viver”.
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Em destaqueBruuno Souuza em Pernambuco escreveu...
isso é um exemplo de superação *-*
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Em destaqueIan em Amapá escreveu...
Uma vez perdi um amigo meu de infância para as drogas, fique muito mal, passei um mês sem sair de casa com medo de ver ele na rua possuindo Drogas. Hojé 3 anos depois ele está morto, me sentir um nada por não conseguir evitar aquilo. Mas não agente faz o que pode e o que não pode, por um amigo ! Paz
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Em destaquegrande em Canelina brasil escreveu...
minha maior superação ,foi quando me separei a 1 ano atras ná época eu tinha que fazer varias cirurgias ,pois tenho astenia muscular ,e meu ex marido me traiu bem nesta época dificil,sofri muito . pensei que eu não iria resistir pois me sentia abandonada e com 4 crianças para cuidar.
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Em destaqueKIKA em PINHAIS escreveu...
A MORTE DO MEU PAI FOI A MAIOR TRAGEDIA DA MINHA VIDA MAIS DEUS ME AJUDOU NÃO A SUPERAR MAIS ACEITAR ESSA PERDA E EU SEI Q MEU PAI ESTA NUN LUGAR MUITO MELHOR QUE A TERRA......
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Em destaquepablo em brasil escreveu...
Podemos passar inúmeras dificuldades, e ter de batalhar muito para alcançar certos objetivos e, ainda assim, morrermos na praia. Podemos deixarmo-nos consumir pelo trabalho, e perder noites de sono ou deixar de passar finais de semana com a família apenas por que temos extrema necessidade de conseguir recursos para mantermos uma vida digna, ou amargarmos um período obscuro de desemprego. Podemos assistir a injustiça bater à nossa porta e perceber, infelizmente, que em algumas ocasiões não há absolutamente nada a fazer. Podemos chorar com o coração partido a perda da pessoa amada ou de um ente querido. Podemos, por tanta coisa negativa que aconteça, julgarmos que tudo sempre dar errado conosco e maldizermos nossa sorte. Depois de tudo isto até podemos deixar passar pela cabeça a estúpida idéia de fazer uma grande besteira consigo mesmo, desde que seja exatamente assim:que tal idéia passe – e nunca mais volte, por que a Vida é Superação! Nós não nascemos andando, não nascemos falando, nem pensando tanta bobagem - e o que não podemos em hipótese alguma é perdermos o ânimo, o espírito, e nossa capacidade de amar, de se superar e de viver!
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